quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Como eu conheci Petzi.

Pois então quem leu o título deve estar pensando sobre o que se deve se tratar pois eu apenas peço novamente paciência nessa hora pois vou contar-lhes mais uma estória. sim, mas pra isso vou ter que começar a falar sobre como eu comecei a me interessar pela leitura em minha escola.
Pois bem, pra começar eu sempre tive um certo interesse em ler e isso começou não na minha vida quando eu pegava os cadernos de meu irmão que estava já matriculado em uma escola pra apenas bisbilhotar. Naquele tempos eu era bem pequeno e nem ao menos sabia ler e isso não me impedia de folhear aqueles livros de pré-escolar a fim de ver o que se encontrava la. Eu geralmente observava as figuras e via alguns desenhos, mas o que mais me chamava a atenção era alguns quadrinhos da turma da Monica.

Sim, havia alguns quadrinhos da turma da Monica que eu nem ao menos sabia do que estavam a tratar naquelas pequenas HQs que estavam ali naqueles livros, mas eu passava um bom bocado de tempo apenas a observar aquelas imagens mesmo não fazendo ideia do que elas se tratavam.
Pois bem o tempo passa e eu entro também na escola (isso depois de eu ter voltado de uma cidade vizinha a aquele município de onde ficava o distrito.)...de qualquer jeito eu não havia aprendido a ler no “prezinho” mas mesmo assim o meu interesse por hqs não havia morrido ai e por isso quando eu mal havia aprendido a ler quando eu estava na primeira série, eu então pedi a minha mãe para comprar uma hq da turma da Monica quando ela fosse para (cidade grande que ficava a mais de cem quilômetros de nosso município) era a tal cidade onde eu ia passar as férias no fim de ano mas ir lá no meio dele era quase impossível para mim então minha mãe ia lá de vez em quando tratar de assuntos da escola (lembre-se que ela era professora de lá além de também ser secretaria)...quando eu voltei da escola lá na fazenda onde eu morava nessa época, eu fiquei maravilhado quando eu vi aquela revistinha do cascão na minha frente. Minha mãe havia pedido para minha prima que também tinha ido lá, pra compra a então hq. Eu lembro que havia pedido uma da Mônica e outra de super. Herói mas ela disse que a minha prima só havia encontrado essa.
De qualquer jeito eu eufórico fui correndo para pular em cima de minha cama a fim de começar a ler a tal revista. Até hoje me lembro de como é essa revista. A revista em si era de quando a TDM era da editora Globo e por isso não confundir com o estado atual das publicações.
Eu li e re-li essa revista até o ponto de decorar tudo nela e isso porque eu só tinha essa.
Agora vou dar uma apressada na estória e fazer com que a estória chegasse no ponto onde eu comecei a ler na escola.
Pois bem nossa turma da primeira serie começou agora a ter aceso a biblioteca da escola onde aprendíamos como pegar qualquer livro direto de lá pra gente poder ler. Quem ficava lá na biblioteca era uma senhora que até quando eu me formei ela trabalhava lá (diga se de passagem ela era quem comprou a minha primeira casa no distrito depois que minha mãe vendeu ela pra gente se mudar pra tal cidade.)...pois bem, lá aprendemos como pegar qualquer livro e fazer sua anotação e depois tínhamos que devolver no dia marcado.

Como eu gostava muito de TDM (abreviatura de turma da Mônica) ...eu pegava sim os livros para ler e lia eles porem eu tinha me afeiçoado pela gênero das hqs e era um tanto desanimador pegar um livro infantil que não tinha as estórias em quadrinhos pra ler. Mas mesmo assim eu as lia como já dito ali em cima.
Eu lia todas as estórias que eu pegava e até que era satisfatório sim. Lembro de uma vez eu pegar um livro infantil chamado o cachorro picolé. Nele contava a estória de um cachorro que fora encontrado por um garoto e que tinha um nariz tão gelado que fora nomeado como sendo o Picolé. Eu lembro de estar na van e estava ido para a escola. A van estava lotada de gente e naquele dia estava todo mundo quieto, e por isso eu saquei esse livrinho de minha mochila e comecei a ler em voz alta. Nisso eu ouço o Daniel dizer para outra garota que ia na nossa na e que era colega dele, “nossa ele ler melhor que o Douglas! ” o Douglas que ele falava sobre, era um colega deles e lembrando que ele era  dois anos mais velho que eu e nessa hora eu senti uma certa empáfia por saber ler melhor que um aluno dois anos mais velho que eu.
Esse relato é para você ter uma ideia de como eu tinha um interesse pela leitura e nem é o caso mais interessante não. Eu lembro que eu tinha me afeiçoado por um livro infantil que era ilustrado pelo Claudio Martins, o tal livro era sobre um cachorro e um burro. Não vou me prolongar sobre a estória, mas eu lembro que eu peguei esse livro e gostei tanto que u fiz uma cópia EXATAMENTE IGUAL e nessa época não tinha disponibilidade de xerox igual hoje por isso eu FIZ TUDOA MAO e ficou uma cópia MUITO BOA, ficou impressionante a semelhança enorme que eu consegui fazer.
Sei de outra estória onde eu sempre pegava uma estória em quadrinhos (isso lá quando eu estava na terceira série) onde eu SEMPRE pegava o mesmo livro infantil. Era uma estória em quadrinhos onde se falava sobre o transito e tal mas eu não sei porque eu fiquei gamado nessa leitura e sempre fazia questão de te-lo em minha casa.
Mas o que eu vim aqui hoje dizer é sobre Petzi. Mas antes de falar sobre o que é, eu vou me ter que transportar a cena para quando eu estava lá na segunda série. Pois bem, eu tinha dito que estava com os olhos para o gênero de hqs e ficava meio chateado por esse gênero não ser predominante na biblioteca lá da escola.
Sim, mas acontece que HAVIA SIM ALGUMAS HISTORIAS EM QUADRINHOS LA. Pois bem, não sei quando foi que aconteceu, mas eu me lembro de ter pegado um livro que era grande em reação aos outros, tipo a capa dele era bem maior de tamanho do que os outros e apenas visualizei a capa dele que mostrava um urso (antropomórfico) em cima de um navio e tals e isso me chamou a atenção e por isso tratei logo de abri o tal livro e para minha supressa, SE TRATAVA DE UMA HQ. Ta bom, não fiquei tão entusiasmado tão quanto eu fiquei quando peguei a hq do cascão pela primeira vez mas eu me prontifiquei a ler.

Acho que as páginas dos álbuns eram cheio de folhas, assim não tanto quanto um livro as para uma criança comum, aquilo era MUITO MEMSMO.de qualquer jeito eu me pus a ler as primeiras folhas e quando eu percebi…já tinha virado fã. Aquele era o primeiro álbum de vários e até hoje me lembro que atrás de cada álbum havia todas as capas dos outros e isso me fazia imaginar bastante coisas.
A história do primeiro álbum tratava de contar a história de um urso que achava um timão de navio, e ele começava a pensar no que poderia fazer com ele. esse urso era o petiz e ele que dava título aos álbuns por ser o protagonista. Em fim petiz começava a ponderar sobre o que poderia fazer com tal timão e nessa hora entrava Pingu que era um pinguim amigo dele que deu a ideia de fazer uma bicicleta com ela. E assim iam eles...

Pois é, as estórias de Petzi eram bem simplórias, mas era executada de maneira certa e isso que fazia o leitor ser cativado tão depressa. A estória se prolongava em eles conseguirem até um certo êxito construindo uma bicicleta de madeira, mas não tendo outra roda ficava meio difícil e e nessa hora chegava um pássaro do correio que trazia uma carta do REI DO POLO NORTE. (caramba porque nunca o rei do polo norte me mandou uma carta....não escrever pra ee não é desculpa oras!!!)...enfim, a tal carta requisitava a presença de petiz para com o rei do polo norte e então com a presença de Rick (uma cegonha amigo de petiz e que era a voz da razão da turma que estava prestes a se formar.)...com a presença dele até certo ponto da estória, Rick da ideia de Petzi construir um navio com esse timão para que assim fossem para o Polo Norte e UAU, essa estória quem e cativou e me prendeu fazendo om que eu ficasse fan de Petzi naquele momento.
Eu lembro que havia mais outros álbuns na biblioteca da escola e isso era bom mas o problema era que era um fato, a biblioteca não dispor de todos. Mas mesmo assim eu pegava os álbuns que haviam em minha disposição e levava eles para casa e lia e re-lia e sempre gostava de manter ao mesmo um quando chegava o fim de semana. Até minha irmã conhecia as estórias de Petzi e sempre quem me via com um em minhas mãos, ela também fazia questão de elogiar as histórias daquele pequeno urso trajado de macacão de bolinhas. Esse era a grandiosidade de petiz e sabia que eu não era a exceção de estar preso pela atenção as estórias dele.
Eu sempre lia as histórias e lembro de uma vez que eu estava pronto para ir embora da sala com um álbum do petiz saindo pra fora de minha mochila (lembre-se que os álbuns eram grandes e minha mochila era pequena ao razoável.) ... Pois bem minha colega me viu com um desse e ficou super impressionada de “como eu conseguia ler aquilo tudo? ” e ela mostrou pra sala e todo mundo ficou tipo boquiaberto, e de qualquer jeito eu não achei ruim, só me enchi de mais empáfia quando se denotava que eu gostava muito de ler.
De qualquer jeito esse era o poder dos álbuns do Petzi, de não se intimidar pela quantidade palavras e sim de se maravilhar com a quantidade de maravilhas que eu conseguia obter através dos livros dele.
Pois bem. Eu sempre lia os álbuns da escola e sempre ficava feliz porem havia algo que me deixava meio chateado. Era o fato de ter poucos álbuns na escola (acho que só havia uns três ou quatro no máximo) ...e isso me deixava chateado pois eu também não TINHA CONHECIMENTO DO QUE ACONTECIA QUANDO ELES FINALMENTE CHEGAVAM NO POLO NORTE!!!!..lembro que havia um álbuns (dos que tinha disponível lá)...e que nele contava a última estória antes deles enfim chegarem no polo norte. Isso me deixava bastante curioso pois contava a última estória antes deles chegarem no polo norte e depois era só Pois não tendo o álbum do polo norte,” eu ficava apenas a ver navios”.

De qualquer jeito eu só tive acesso a algumas poucas páginas soltas sobre a estória de quando eles chegavam no polo norte e isso porque os livros infantis eram jogados de qualquer jeito em umas prateleiras que fiavam no início da biblioteca. As tais prateleiras eram abarrotadas de livros infantis que sendo mal organizados, sempre ficavam alguns perdidos lá no “fundão” daquela bagunça em forma de livros.
Lembro que tive aceso a essas páginas soltas quando meu primo que era um tanto traquinas, começou a  escavar aquela bagunça a fim de achar o álbum do Petzi onde ele finalmente chegava no polo norte (sim, ele também era fã de petiz...quem diria, acho que o pequeno ursinho tinha pego a atenção até daqueles que pareciam nunca ter chegado perto de um livro.)...pois bem, ele escavou aquele montante de livros espalhados e fez uma bagunça enorme mas o que conseguimos foi apenas algumas páginas soltas sobre o tal álbum. Nelas parecia mostrar a despedida de petiz do rei do polo norte e fiquei desanimado pois tinha serias esperanças de achar o álbum completo.de qualquer jeito o álbum em si, devia ter sumido restando apenas aquelas páginas. Lembro que eu e ele ficamos desanimados por isso mas deixamos para lá até porque já tínhamos feito nossa parte e se não estava lá, então não estava.
Pois então esse tinha sido o final de minha aventura om Petzi. Lembro que os álbuns de Petzi sumiram da biblioteca com o tempo e não sei se foram jogados foras ou apenas não foram devolvidos por parte de alunos que geralmente se apropria dos livros da biblioteca. De qualquer jeito eu meio que esqueci de Petzi e a última vez que eu tive um encontro com algum álbum dele ao vivo, fora quando eu tinha ido com minha irmã para uma biblioteca municipal da cidade que da nome ao município.(sim, a cidade capital do município de onde se localizava o distrito.)..lá eu tive finalmente o aceso ao álbum de petiz no Polo norte, porem nessa época eu estava em depressão e não tinha mais aquele fervor com as estórias e como eu e minha irmã só havíamos ido até lá pra passar o tempo, eu não consegui ler quase nada.

Hoje eu lembro e fico grato das vezes em que esse pequeno urso me fez companhia em minhas leituras infantis e lembro que as histórias dele eram abarrotadas de mensagens de paz e amizade e lembro de ada personagem com carinho. Da graça de Pingu o pinguim, da esperteza e razão de Rick a cegonha que sempre tinha uma reposta para os dilemas que surgiam, para a calma e serenidade do Almirante que era sempre o mais calmo e também como não podia esquecer das participações secundárias da pequena tartaruga e do papagaio rosa que não sei o nome de ambos e que sempre ficavam nos fundos dos quadrinhos protagonizando seus próprios acontecimentos e que eram bem engraçados. E do protagonista Petzi que era sempre o mais leal, camarada e inesquecível amigo que um leitor possa vim a querer.
Aqui vai uma matéria sobre a história desse pequeno aventurado onde conta-se a história da criação desse grandiosíssimo personagem. O link é do site Banda Desenhada que é especializada como o próprio nome já faz referência, em quadrinhos europeu.
Grande saber a história da criação de petiz pelo casal dinamarquês Vilhelm (1900-1992) e Carla Hansen (1906-2001).Muito grato por tudo que Petzi tenha protagonizado adjunto de seus amigos em seu barco Mary e interessante também saber que na verdade ele se chama Rasmus mas tem o apelido Klump mas apenas conhecido como Petzi.

Grato a tudo.