Como eu conheci Petzi.
Pois então quem leu o título deve estar pensando sobre o que
se deve se tratar pois eu apenas peço novamente paciência nessa hora pois vou
contar-lhes mais uma estória. sim, mas pra isso vou ter que começar a falar
sobre como eu comecei a me interessar pela leitura em minha escola.
Pois bem, pra começar eu sempre tive um certo interesse em
ler e isso começou não na minha vida quando eu pegava os cadernos de meu irmão
que estava já matriculado em uma escola pra apenas bisbilhotar. Naquele tempos
eu era bem pequeno e nem ao menos sabia ler e isso não me impedia de folhear
aqueles livros de pré-escolar a fim de ver o que se encontrava la. Eu
geralmente observava as figuras e via alguns desenhos, mas o que mais me
chamava a atenção era alguns quadrinhos da turma da Monica.
Sim, havia alguns quadrinhos da turma da Monica que eu nem
ao menos sabia do que estavam a tratar naquelas pequenas HQs que estavam ali naqueles
livros, mas eu passava um bom bocado de tempo apenas a observar aquelas imagens
mesmo não fazendo ideia do que elas se tratavam.
Pois bem o tempo passa e eu entro também na escola (isso
depois de eu ter voltado de uma cidade vizinha a aquele município de onde
ficava o distrito.)...de qualquer jeito eu não havia aprendido a ler no “prezinho”
mas mesmo assim o meu interesse por hqs não havia morrido ai e por isso quando
eu mal havia aprendido a ler quando eu estava na primeira série, eu então pedi
a minha mãe para comprar uma hq da turma da Monica quando ela fosse para
(cidade grande que ficava a mais de cem quilômetros de nosso município) era a
tal cidade onde eu ia passar as férias no fim de ano mas ir lá no meio dele era
quase impossível para mim então minha mãe ia lá de vez em quando tratar de
assuntos da escola (lembre-se que ela era professora de lá além de também ser
secretaria)...quando eu voltei da escola lá na fazenda onde eu morava nessa época,
eu fiquei maravilhado quando eu vi aquela revistinha do cascão na minha frente.
Minha mãe havia pedido para minha prima que também tinha ido lá, pra compra a então
hq. Eu lembro que havia pedido uma da Mônica e outra de super. Herói mas ela
disse que a minha prima só havia encontrado essa.
De qualquer jeito eu eufórico fui correndo para pular em cima
de minha cama a fim de começar a ler a tal revista. Até hoje me lembro de como
é essa revista. A revista em si era de quando a TDM era da editora Globo e por
isso não confundir com o estado atual das publicações.
Eu li e re-li essa revista até o ponto de decorar tudo nela
e isso porque eu só tinha essa.
Agora vou dar uma apressada na estória e fazer com que a
estória chegasse no ponto onde eu comecei a ler na escola.
Pois bem nossa turma da primeira serie começou agora a ter
aceso a biblioteca da escola onde aprendíamos como pegar qualquer livro direto
de lá pra gente poder ler. Quem ficava lá na biblioteca era uma senhora que até
quando eu me formei ela trabalhava lá (diga se de passagem ela era quem comprou
a minha primeira casa no distrito depois que minha mãe vendeu ela pra gente se
mudar pra tal cidade.)...pois bem, lá aprendemos como pegar qualquer livro e
fazer sua anotação e depois tínhamos que devolver no dia marcado.
Como eu gostava muito de TDM (abreviatura de turma da Mônica)
...eu pegava sim os livros para ler e lia eles porem eu tinha me afeiçoado pela
gênero das hqs e era um tanto desanimador pegar um livro infantil que não tinha
as estórias em quadrinhos pra ler. Mas mesmo assim eu as lia como já dito ali
em cima.
Eu lia todas as estórias que eu pegava e até que era
satisfatório sim. Lembro de uma vez eu pegar um livro infantil chamado o
cachorro picolé. Nele contava a estória de um cachorro que fora encontrado por
um garoto e que tinha um nariz tão gelado que fora nomeado como sendo o Picolé.
Eu lembro de estar na van e estava ido para a escola. A van estava lotada de
gente e naquele dia estava todo mundo quieto, e por isso eu saquei esse
livrinho de minha mochila e comecei a ler em voz alta. Nisso eu ouço o Daniel
dizer para outra garota que ia na nossa na e que era colega dele, “nossa ele
ler melhor que o Douglas! ” o Douglas que ele falava sobre, era um colega deles
e lembrando que ele era dois anos mais
velho que eu e nessa hora eu senti uma certa empáfia por saber ler melhor que
um aluno dois anos mais velho que eu.
Esse relato é para você ter uma ideia de como eu tinha um interesse
pela leitura e nem é o caso mais interessante não. Eu lembro que eu tinha me
afeiçoado por um livro infantil que era ilustrado pelo Claudio Martins, o tal
livro era sobre um cachorro e um burro. Não vou me prolongar sobre a estória,
mas eu lembro que eu peguei esse livro e gostei tanto que u fiz uma cópia
EXATAMENTE IGUAL e nessa época não tinha disponibilidade de xerox igual hoje
por isso eu FIZ TUDOA MAO e ficou uma cópia MUITO BOA, ficou impressionante a
semelhança enorme que eu consegui fazer.
Sei de outra estória onde eu sempre pegava uma estória em
quadrinhos (isso lá quando eu estava na terceira série) onde eu SEMPRE pegava o
mesmo livro infantil. Era uma estória em quadrinhos onde se falava sobre o
transito e tal mas eu não sei porque eu fiquei gamado nessa leitura e sempre
fazia questão de te-lo em minha casa.
Mas o que eu vim aqui hoje dizer é sobre Petzi. Mas antes de
falar sobre o que é, eu vou me ter que transportar a cena para quando eu estava
lá na segunda série. Pois bem, eu tinha dito que estava com os olhos para o
gênero de hqs e ficava meio chateado por esse gênero não ser predominante na
biblioteca lá da escola.
Sim, mas acontece que HAVIA SIM ALGUMAS HISTORIAS EM
QUADRINHOS LA. Pois bem, não sei quando foi que aconteceu, mas eu me lembro de
ter pegado um livro que era grande em reação aos outros, tipo a capa dele era
bem maior de tamanho do que os outros e apenas visualizei a capa dele que
mostrava um urso (antropomórfico) em cima de um navio e tals e isso me chamou a
atenção e por isso tratei logo de abri o tal livro e para minha supressa, SE
TRATAVA DE UMA HQ. Ta bom, não fiquei tão entusiasmado tão quanto eu fiquei
quando peguei a hq do cascão pela primeira vez mas eu me prontifiquei a ler.
Acho que as páginas dos álbuns eram cheio de folhas, assim
não tanto quanto um livro as para uma criança comum, aquilo era MUITO MEMSMO.de
qualquer jeito eu me pus a ler as primeiras folhas e quando eu percebi…já tinha
virado fã. Aquele era o primeiro álbum de vários e até hoje me lembro que atrás
de cada álbum havia todas as capas dos outros e isso me fazia imaginar bastante
coisas.
A história do primeiro álbum tratava de contar a história de
um urso que achava um timão de navio, e ele começava a pensar no que poderia
fazer com ele. esse urso era o petiz e ele que dava título aos álbuns por ser o
protagonista. Em fim petiz começava a ponderar sobre o que poderia fazer com
tal timão e nessa hora entrava Pingu que era um pinguim amigo dele que deu a
ideia de fazer uma bicicleta com ela. E assim iam eles...
Pois é, as estórias de Petzi eram bem simplórias, mas era
executada de maneira certa e isso que fazia o leitor ser cativado tão depressa.
A estória se prolongava em eles conseguirem até um certo êxito construindo uma bicicleta
de madeira, mas não tendo outra roda ficava meio difícil e e nessa hora chegava
um pássaro do correio que trazia uma carta do REI DO POLO NORTE. (caramba
porque nunca o rei do polo norte me mandou uma carta....não escrever pra ee não
é desculpa oras!!!)...enfim, a tal carta requisitava a presença de petiz para
com o rei do polo norte e então com a presença de Rick (uma cegonha amigo de
petiz e que era a voz da razão da turma que estava prestes a se formar.)...com a
presença dele até certo ponto da estória, Rick da ideia de Petzi construir um
navio com esse timão para que assim fossem para o Polo Norte e UAU, essa
estória quem e cativou e me prendeu fazendo om que eu ficasse fan de Petzi naquele
momento.
Eu lembro que havia mais outros álbuns na biblioteca da
escola e isso era bom mas o problema era que era um fato, a biblioteca não
dispor de todos. Mas mesmo assim eu pegava os álbuns que haviam em minha
disposição e levava eles para casa e lia e re-lia e sempre gostava de manter ao
mesmo um quando chegava o fim de semana. Até minha irmã conhecia as estórias de
Petzi e sempre quem me via com um em minhas mãos, ela também fazia questão de
elogiar as histórias daquele pequeno urso trajado de macacão de bolinhas. Esse
era a grandiosidade de petiz e sabia que eu não era a exceção de estar preso
pela atenção as estórias dele.
Eu sempre lia as histórias e lembro de uma vez que eu estava
pronto para ir embora da sala com um álbum do petiz saindo pra fora de minha
mochila (lembre-se que os álbuns eram grandes e minha mochila era pequena ao
razoável.) ... Pois bem minha colega me viu com um desse e ficou super
impressionada de “como eu conseguia ler aquilo tudo? ” e ela mostrou pra sala e
todo mundo ficou tipo boquiaberto, e de qualquer jeito eu não achei ruim, só me
enchi de mais empáfia quando se denotava que eu gostava muito de ler.
De qualquer jeito esse era o poder dos álbuns do Petzi, de
não se intimidar pela quantidade palavras e sim de se maravilhar com a
quantidade de maravilhas que eu conseguia obter através dos livros dele.
Pois bem. Eu sempre lia os álbuns da escola e sempre ficava
feliz porem havia algo que me deixava meio chateado. Era o fato de ter poucos
álbuns na escola (acho que só havia uns três ou quatro no máximo) ...e isso me
deixava chateado pois eu também não TINHA CONHECIMENTO DO QUE ACONTECIA QUANDO
ELES FINALMENTE CHEGAVAM NO POLO NORTE!!!!..lembro que havia um álbuns (dos que
tinha disponível lá)...e que nele contava a última estória antes deles enfim
chegarem no polo norte. Isso me deixava bastante curioso pois contava a última
estória antes deles chegarem no polo norte e depois era só Pois não tendo o
álbum do polo norte,” eu ficava apenas a ver navios”.
De qualquer jeito eu só tive acesso a algumas poucas páginas
soltas sobre a estória de quando eles chegavam no polo norte e isso porque os
livros infantis eram jogados de qualquer jeito em umas prateleiras que fiavam
no início da biblioteca. As tais prateleiras eram abarrotadas de livros
infantis que sendo mal organizados, sempre ficavam alguns perdidos lá no
“fundão” daquela bagunça em forma de livros.
Lembro que tive aceso a essas páginas soltas quando meu
primo que era um tanto traquinas, começou a
escavar aquela bagunça a fim de achar o álbum do Petzi onde ele
finalmente chegava no polo norte (sim, ele também era fã de petiz...quem diria,
acho que o pequeno ursinho tinha pego a atenção até daqueles que pareciam nunca
ter chegado perto de um livro.)...pois bem, ele escavou aquele montante de
livros espalhados e fez uma bagunça enorme mas o que conseguimos foi apenas
algumas páginas soltas sobre o tal álbum. Nelas parecia mostrar a despedida de
petiz do rei do polo norte e fiquei desanimado pois tinha serias esperanças de
achar o álbum completo.de qualquer jeito o álbum em si, devia ter sumido
restando apenas aquelas páginas. Lembro que eu e ele ficamos desanimados por
isso mas deixamos para lá até porque já tínhamos feito nossa parte e se não
estava lá, então não estava.
Pois então esse tinha sido o final de minha aventura om
Petzi. Lembro que os álbuns de Petzi sumiram da biblioteca com o tempo e não
sei se foram jogados foras ou apenas não foram devolvidos por parte de alunos
que geralmente se apropria dos livros da biblioteca. De qualquer jeito eu meio
que esqueci de Petzi e a última vez que eu tive um encontro com algum álbum
dele ao vivo, fora quando eu tinha ido com minha irmã para uma biblioteca
municipal da cidade que da nome ao município.(sim, a cidade capital do
município de onde se localizava o distrito.)..lá eu tive finalmente o aceso ao
álbum de petiz no Polo norte, porem nessa época eu estava em depressão e não
tinha mais aquele fervor com as estórias e como eu e minha irmã só havíamos ido
até lá pra passar o tempo, eu não consegui ler quase nada.
Hoje eu lembro e fico grato das vezes em que esse pequeno
urso me fez companhia em minhas leituras infantis e lembro que as histórias
dele eram abarrotadas de mensagens de paz e amizade e lembro de ada personagem
com carinho. Da graça de Pingu o pinguim, da esperteza e razão de Rick a
cegonha que sempre tinha uma reposta para os dilemas que surgiam, para a calma
e serenidade do Almirante que era sempre o mais calmo e também como não podia
esquecer das participações secundárias da pequena tartaruga e do papagaio rosa
que não sei o nome de ambos e que sempre ficavam nos fundos dos quadrinhos
protagonizando seus próprios acontecimentos e que eram bem engraçados. E do
protagonista Petzi que era sempre o mais leal, camarada e inesquecível amigo
que um leitor possa vim a querer.
Aqui vai uma matéria sobre a história desse pequeno
aventurado onde conta-se a história da criação desse grandiosíssimo personagem.
O link é do site Banda Desenhada que é especializada como o próprio nome já faz
referência, em quadrinhos europeu.
Grande saber a história da criação de petiz pelo casal
dinamarquês Vilhelm (1900-1992) e Carla Hansen (1906-2001).Muito grato por tudo
que Petzi tenha protagonizado adjunto de seus amigos em seu barco Mary e
interessante também saber que na verdade ele se chama Rasmus mas tem o apelido
Klump mas apenas conhecido como Petzi.
Grato a tudo.






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